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Sexta, 16 Maio 2014 19:19

Parceria com a Livraria da Vila

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Livraria da VilaMinha infância, na casa de meus avós, é um dos capítulos mais importantes da minha vida. Foi lá que minha paixão pelas artes e pela literatura surgiu. Dentro do contexto de vida de uma tradicional família chilena, vivenciei uma rotina marcada por rituais sociais e de costumes, que se avivavam ao redor de tertúlias (saraus intelectuais) que enchiam a casa com visitantes das mais diversas naturezas contextuais.

Foi justamente meu avô, que com amor e paciência ensinou-me a importância de uma boa escrita - com uma letra clara e redonda que permitisse uma boa comunicação das ideias, pensamentos e sentimentos - que, segundo ele, seriam elementos de cultivo fundamentais durante minha vida adulta. Foi lá, em sua biblioteca, que passei minhas melhores tardes de verão. A quantidade e diversidade de livros em tom sépia, com aquele cheiro inconfundível e meloso, certamente marcaram minha afeição por livros, revistas e artigos.

Quando cheguei ao Brasil sete anos atrás, Renata, que viria a ser minha esposa algum tempo depois, levou-me em minha primeira visita a uma livraria em São Paulo, livraria que ela adorava de paixão. Foi lá, na Rua Fradique Coutinho, 915, no bairro de Pinheiros, que adquiri meu primeiro romance em português: "Budapeste" de Chico Buarque.

Naquela época não imaginava que a vida, anos mais tarde, iria me permitir voltar à mesma livraria, nesta nova oportunidade para tomar um café e desfrutar de uma muito agradável conversa com Rafael Seibel, um dos donos da Livraria da Vila.

Fomento Cultural

O Brasil amargou longo tempo de escuridão nas décadas de 60, 70 e início dos anos 80, no século passado. A ditadura militar empobreceu a legislação brasileira em todos os sentidos.

A devolução do poder aos civis era, certamente, o único caminho para o retorno ao estado de direito.

Por conta dessa mudança obrigatória e obviamente justa, iniciou-se um caminho sem volta para a democratização do País com a elaboração da Constituição Cidadã pela Assembleia Nacional Constituinte (1987 e 1988).

O Brasil precisava de todos para uma união de classes, de ideias e ideais que viria a ser compilada em uma das mais complexas constituições do planeta.

Entre todas as inclusões de cunho social, direitos e princípios norteadores para a vida de todos os cidadãos, foram incluídas novas formas de institucionalização com o intuito de integrar a sociedade em um novo contexto de desenvolvimento social.

Segunda, 16 Setembro 2013 15:50

A Arte dos Sentidos no Beachwear Brasileiro.

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Beachwear BrasileiroQuando fui convidada a escrever uma matéria falando sobre a minha experiência de como incorporar a arte dos sentidos em minhas criações, dentro de um negócio bem sucedido, fiquei em dúvida por onde começar. Daí me lembrei da afirmação bastante difundida de que o Brasil é a terra das oportunidades e conclui que esse seria um bom começo.

Acredito, sim, que no Brasil há oportunidade para desenvolver boas ideias, mas justamente pela renda do brasileiro estar crescendo e isso fomentando as vendas no varejo, os consumidores estão ficando mais exigentes e buscando produtos diferenciados e inovadores.

No mercado onde atuo – o beachwear – o Brasil tem uma tradição toda especial, por ditarmos a bastante tempo as tendências da moda praia para o mundo. Podemos dizer que o Brasil está para o biquíni assim como a Europa está para a alta costura. Logo, esse mercado fica bastante aquecido tanto no verão de Estados Unidos e Europa, como no verão brasileiro.

Segunda, 20 Maio 2013 16:49

Live Marketing

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Live MarketingHá já algum tempo vivemos, de maneira acelerada, a transformação da comunicação como instrumento de convencimento e de construção de relacionamento entre anunciantes e consumidores.

O Marketing Promocional foi um dos principais impulsionadores dessa transformação uma vez que, há quase vinte anos, sua importância vem crescendo expressivamente no planejamento das marcas – ganhando status de imprescindível – e ainda deixando alguns céticos renitentes de boca aberta quando ouvem de seus contratantes: “vamos usar esta verba para uma promoção”.

O difícil era entender que os filmes deveriam ser criados para vender a promoção, não o produto. O responsável pela venda do produto era a força da promoção. Porém, isso já é passado! Os novos criativos do mundo 2D já entenderam a necessidade de ter um especialista da comunicação viva no planejamento de suas estratégias.

Hoje, mais uma vez, o mundo orgânico da comunicação promocional está se reinventando e surge uma nova denominação para identificar empresas que fazem ações de marketing vivo. As agências de LIVE MARKETING.

Quinta, 28 Março 2013 14:38

O que é Social Branding?

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Coluna MetrópolesDia destes, navegando na internet, acabei por me deparar com uma explicação muito interessante – e sucinta – sobre Social Branding. Interessante não porque fornecesse conceitos teóricos profundos sobre o assunto, mas sim pela rápida referência que fazia a um tema mais amplo antes de dizer algo quase óbvio.

Na realidade a explicação remetia inicialmente ao chamado tripé da sustentabilidade, onde o resultado econômico mais as responsabilidades social e ambiental são as condições a serem atendidas para que uma empresa deixe claro que já ultrapassou o modelo tradicional de negócios.

Ora, sabemos que não é possível falar em sustentabilidade em uma empresa caso o resultado econômico que perpetue a mesma não seja atingido. Somente a partir de tal situação é que a empresa passa a se ocupar – naquilo que ultrapasse as exigências meramente legais – com as questões sociais ou ambientais.

Feita essa referência ao tripé da sustentabilidade, a explicação prosseguia, com simplicidade e candura, dizendo que uma marca com preocupação social é uma marca como qualquer outra no mercado.

Assim, Social Branding é criar uma relação simpática – e verdadeira – com a sociedade!

Geraldo SetterGostaria de lhes apresentar o Geraldo Setter, que está a cargo do Desenvolvimento de Negócios no I-VBA.

Geraldo é engenheiro mecânico pela Escola de Engenharia Mauá, pós-graduado pela Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral e Insper (MBA). Atualmente cursa mestrado em administração de empresas (MSc) também pelo Insper. Com mais de vinte anos de experiência profissional principalmente na área de finanças, ocupou posições executivas em empresas como Andersen Consulting / Accenture, BankBoston, Philips, Promon, Grupo Rossi e Valor Econômico, dentre outras.

E o que faz um executivo com perfil corporativo em uma ONG?

Uma vez me pediram para dar uma palestra em um evento vinculado a Organizações do Terceiro Setor. Perguntaram-me o que eu teria para dizer aos participantes, nossos colegas de atividade social. Eu respondi que gostaria de falar de um tema em particular: ONG S.A. / Foco na geração da abundância. Aparentemente minha resposta causou surpresa, possivelmente pela abordagem tão direta ao assunto. Mencionei que uma palestra como aquela tinha um objetivo bem mais simples: criar um diálogo multidisciplinar aberto, convidando os atores do setor corporativo para compartilhar, não suas experiências de gestão, nesta oportunidade, mas sim seus conhecimentos comerciais para a geração de receitas que permitam viabilizar os objetivos institucionais das ONGs.

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